
Artista marcial, yogini e apaixonada por bicicleta, além de diretora de arte, sou artista-pesquisadora, diretora e professora. Meus trabalhos relacionam as operações poéticas da direção de arte com outras áreas de criação, pesquisa e ensino: fazendo transcriações a partir do "sentir-fazer-pensar-saber" da direção de arte. Em 20 anos de carreira, tenho atuado em longas, curtas e séries, além da pesquisa sobre o espaço audiovisual fílmico esférico no cinema 360o, tema de meu doutorado em Poéticas Visuais PPGAV/ECA/USP.
Nasci em Araraquara, em 1978 e resido em São Paulo desde 2001.
Ganhei prêmios de direção de arte no Festival de Brasília 2015, Festival de Cinema da Fronteira / Bagé 2015, CinePE 2006 e 2008, e no Festival de Cinema Brasileiro de Miami 2011, FAM 2014, For Rainbow, entre outros. Tenho passagem pelos festivais de cinema de Cannes, Berlin, Newfest, Outfest, Frameline, Kinoforum, Tiradentes, Mostra de SP, Festival do Rio, Olhar de Cinema, entre outros. Fui Berlinale Talent em 2007, e em 2021, recebi a prestigiada sigla ABC.
Dirigi os curtas "Páginas de Menina", uma trilogia "1718, 1972 e 2009" para o Fucking Different SP, e "Mãe do Ouro", como pesquisa para um longa.
Entre meus principais trabalhos estão os longas "Meu casulo de drywall" (2023) dir Caroline Fioratti; "Uma Família Feliz"(2023) dir. José Eduardo Belmonte; “Guigo Offline” (2017), dir. René Guerra; "Para a minha Amada Morta”, (2015) dir. Aly Muritiba, “Oração do Amor Selvagem” (2015), dir. Chico Faganello, “Eu te Levo” (2016) dir. Marcelo Müller e terror “O Diabo Mora Aqui” (2015) dir. Rodrigo Gasperini e Dante Vescio, com produção de Marcel Izidoro, "Pilhas de Prato na Cozinha" (inédito) e “Borrasca”(2016) dri. Francisco Garcia. “Rio Cigano” (2013) dirigido por Julia Zakia, “Cores” (2012) dirigido por Francisco Garcia; “A Guerra dos Vizinhos” (2010) dirigido por Rubens Xavier; "Nossa Vida não cabe num Opala" (2008) dirigido por Reinaldo Pinheiro, "Sonhos de Peixe" (2006) dirigido por Kirill Mikhanovsky e "Veias e Vinhos" (2006) dirigido por João Batista de Andrade, e o longa em stop-motion “Uma Noite na Biblioteca”, dir. Diego M. Doimo. Fez a direção de arte de 25 curtas.
Em TV, fiz a Direção de Arte das séries "Não foi minha culpa" (Star+, 2022), "Os Ausentes" (HBOMax, 2021), “Mauá, o primeiro gigante” (History, 2019) e “Mal me quer” (Warner Channel, 2019), “Rotas do Ódio” (NBCUniversal, 2018), a série infantil “O Zoo da Zu” (Discovery Kids, 2016) e série juvenil "Tudo o que é Sólido pode Derreter" (TV Cultura, 2008). Fiz também a direção de arte dos realities “Lowrider Brasil” (Discovery, 2014) e “Cinelab” (NBCUniversal, 2015).
Entre meus principais curtas estão: "Preto no Branco", de Valter Rege (2016), "No fim da trama" (2016, de Patricia Monegatto, “A Boneca e o Silêncio”(2015), de Carol Rodrigues, “O tempo que leva”(2013) de Cintia Dommit Bittar, “Lia e o Anjo”(2013) de Rodrigo Diaz Diaz; ‘Natureza Morta”(2012) de Bruno Jorge, "A Estória da Figueira" (2006) de Julia Zakia, "Overdose Digital" (2006) de Marcos deBrito, "Café com Leite" (2008) de Daniel Ribeiro, e “Relicário” (2008), de Rafael Gomes.
Como diretora, desenvolvo os projetos dos longas “Theo” com Joana Galvão e “A História de M” com Maya Guizzo, (ambos receberam prêmio de desenvolvimento de roteiro PROAC/SP 2013 e 2014, respectivamente, alé, de "Dilema" (desenvolvido dentro da cartela de projetos dos Núcleos Criativos BRDE/FSA Prodav 03/2015 pela Filmes de Abril).